!0 paises, 10 pratos de natal

1. Brasil

Sendo um país que se formou em grande parte pela colónia portuguesa, muitos dos seus pratos típicos da noite de natal têm origens portuguesas – como é o caso do peru e do bacalhau.

Destacam-se, ainda, na lista de pratos típicos o bolo de nós do Brasil e as farofas.

2. Japão

No Japão o Natal, apenas, é comemorado desde o fim da segunda guerra mundial, tendo sido trazido pelos americanos. É visto como um evento social e apenas as famílias cristãs o celebram tradicionalmente.

O kara-age (pedaços de frango desossado e frito) é o prato típico da ceia de Natal. Para a sobremesa servem o kurisumasu keeki (bolo branco de Natal, feito com pão-de-ló, coberto com morangos e chantili e uma placa de chocolate que diz “Merry Christmas”), uma versão japonesa do bolo de natal inglês.

10 Países, 10 pratos típicos de Natal
 
 

3. Índia

Num país onde a maioria da população é Hindu, os poucos cristãos. A gastronomia varia muito de região para região. Na noite de Natal, não só se comem pratos típicos do país, como também de outros países que levaram para a Índia as suas origens.

Entre os doces, destaca-se Barfi, bundi ka ladu, soma papadi e halva – tradicionalmente os bolos de Natal na Índia têm uma grande variedade de fruta. Como prato principal comem normalmente arroz, caril de frango, pão indiano e salada.

4. Islândia

Na Islândia os pratos típicos são carne fumada de carneiro ou ovelha ou carne fermentada de tubarão. Para a sobremesa não pode faltar Möndlugrautur, um pudim de arroz com amêndoa

5. Moçambique

Peru e perna de cabrito assada no forno são alguns dos pratos mais típicos nas mesas moçambicanas na noite de Natal. À semelhança do Brasil, também, em Moçambique se estabeleceram costumes com base em origens portuguesas. Entre os vários doces, podemos encontrar o bolo catambe.

6. Nova Zelândia

É comum fazer-se a ceia de Natal na praia, visto que na Nova Zelândia o Natal é no pico do verão. A maior parte da população ainda faz questão de manter as antigas tradições deixadas pelos ingleses – como o peru assado, o pudim, as tradicionais saladas e salpicões.

Um bolo típico de Natal na Nova Zelândia e na Austrália é o pavlova, decorado com romãs e chantili. 

10 Países, 10 pratos típicos de Natal
 
 

7. Canadá

O Gingerbread, muitas vezes feito sob a forma de uma casa, embora não seja originário do Canadá é um dos doces mais típicos deste país.

Como prato principal é costume comer tourtière, que vem de Quebec, no Canadá. É uma torta feita com carne picada (ou salmão em áreas costeiras), servida com ketchup, nas vésperas de Natal e passagem de ano.

8. Colômbia

Na Colômbia o Natal começa a sete de dezembro e, com algumas semelhanças ao Brasil, comem perna de porco com molho agridoce e salada mista.

É, normalmente, uma mesa muito rica em doces, entre os quais Bunuelos, Manjar Branco, Hojaldres, Brevas com queijo ou tamales tomilenses.

9. Filipinas

Bibingka é uma sobremesa servida durante o Natal nas Filipinas, preparada com farinha de arroz, leite de coco em folhas de banana e coberta com kesong puti (queijo branco local), coco ralado e ovo de pato.

No prato principal, os filipinos não dispensam a Perna de Porco, Queijo Edam, Pancit (Noodles com carne e vegetais), Morcón (Tipo de chouriço) e Mechado (Guisado de Carne).

10.   Dinamarca

Na Dinamarca é costume comer-se, na noite de Natal, castanhas assadas com manteiga e sal, batata cozida com casca, carne de porco e Brun Sovs (um molho escuro tradicional que se usa sobre a carne de porco assada e a batata cozida.

É também tradicional um pudim de arroz com uma amêndoa dentro, o risalamande. 

Para a sobremesa Æbleskiver – panquecas tradicionais dinamarquesas, com açúcar em pó e compota de framboesa ou geleia de morango.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/10-paises-10-pratos-tipicos-de-natal=f762877#ixzz2odc25Voh

Sobre Marrocos e Respeito

Um pouco mais de 10 km

Saí do Brasil com destino ao Marrocos para assistir o Mundial de Clubes da FIFA. Algumas pessoas sabiam, muitas não. Fiz questão de não contar e não divulgar por conta do meu fanatismo e pela pouca esportividade que tenho.

Se não fosse pelo futebol, o Marrocos provavelmente não seria minha primeira opção em um roteiro turístico, talvez nem a segunda ou terceira, mas mudei completamente minha opinião quando cheguei aqui!

Não sabia nada sobre o Marrocos e muito que li me deixou um pouco receoso. Me surpreendi! Um país rigoroso sim, com leis severas para sua população, mas um país que sabe receber bem seus visitantes.

Não imagino o dia que um brasileiro dê presentes ao turista dentro de um trem, sem querer nada em troca, apenas como uma forma de cordialidade. Não vejo o brasileiro abordando o turista na rua apenas para lhe desejar boas vindas. Não acho que a polícia em nosso país realmente se preocupa com uma informação bem dada, na língua que o turista possa entender.

Esses e outros exemplos explicam um pouco da vergonha que fiquei do Brasil. O povo marroquino ama o Brasil mais do que nós amamos!
Hoje aprendi muito sobre patriotismo. Hoje vi pessoas que vivem em condições bem abaixo das nossas saírem às ruas para comemorar uma vitória, que para eles valeu como um título.

Após o terceiro gol, eu e meu amigo Matheus Lacerda decidimos ir embora rápido, para evitar confusão. Não havia taxi disponível, então resolvemos voltar a pé mesmo.

Caminhamos por pouco mais de 10 km, eu acho. Milhares de pessoas nas ruas comemorando, buzinando, cantando e hasteando sua bandeira verde e branca. Por todo o trajeto passamos por homens, crianças e muitas mulheres com o rostos totalmente ou parcialmente cobertos, que vibravam e aplaudiam.

Um pouco mais de 10 km de caminhada com minha máquina, celular, dinheiro e passaporte na mochila e ninguém se aproximou com a intenção de nos machucar ou assaltar. Como seria no Brasil, em uma saída de estádio onde duas torcidas se encontram?

“Obrigado por vir ao Marrocos”, dizia um, “Parabéns Galo”, dizia outro. Sorriso, abraços, aplausos e cantos que duraram os “um pouco mais de 10 km” que me fizeram refletir sobre o verdadeiro sentido do esporte, e principalmente o futebol que para alguns é uma guerra.

Nessa caminhada, senti orgulho da vitória pelo povo Marroquino. Nessa caminhada, senti vergonha de ser brasileiro quando me lembrei do comportamento de nossas torcidas. Torcedores se enfrentando nas ruas, na porta de estádio, dentro dos estádios e até torcedores da mesma equipe que conseguem estragar a festa do seu time campeão. Como pode?

O Raja Casablanca ganhou na bola. A torcida do Raja está fazendo a festa nesse momento, com as ruas completamente tomadas! Isso é futebol! Essa é a magia que movimenta esse esporte!

RESPECT! Um dos slogans usados pela FIFA. Respeito! Algo que falta para muitos.

É claro, tirar onda com o adversário faz parte do jogo, temos que aceitar. 

Hoje, após uma caminhada de um pouco mais de 10 km e com a cabeça fria, analisando tudo o que acontecia ao meu redor, entendo melhor do que se trata esse “Respect”. 

Respeito é o que peço há alguns que se dizem amigos. Os de verdade me respeitam.

Continuarei tranquilamente aqui no Marrocos até o fim de minha viagem, fazendo fotos bonitas como muitos brincaram, mas afinal esse é o meu trabalho, minha vida, é o que eu amo e sei fazer! 

Antecipando, não joguei dinheiro fora. Não sou rico, mas trabalho e ganho o suficiente para fazer o que quiser. O que o meu time não ganhou na bola, eu, Mateus Baranowski, ganhei em experiência de vida.

E se preciso for, farei tudo de novo!

Imagen

Mateus Baranowski
Fonte: https://www.facebook.com/mateus.baranowski/posts/10202490841570224

saludos

Seguir

Recibe cada nueva publicación en tu buzón de correo electrónico.